domingo, 26 de março de 2017

Tonho (para os parentes próximos quando próximos) esteve aqui

Ao Pé da Pitangueira recebeu hoje a visita do Tonho - e além da sua visita trouxe consigo uma gama de blogs legais. 

Que bom, Tonho. Sou do mundo, sou Minas Gerais e aqui a gente recebe bem sempre, principalmente quando vem com Nossa Senhora, como vi ao correr os olhos em sua ficha cadastral (rs). Até já me inscrevi no blog Rainha da Paz, abri lá - é um tema apaixonante.

Esteja a vontade - pode entrar sempre que quiser.  A casa é simples, mas tem conforto ao pé da Pitangueira.

Ao pé da Pitangueira tem este nome por causa disto mesmo. Era onde as crianças ficavam na casa da minha avó, conversando, imaginando coisas e absurdos da imaginação.

Um abraço e espero que goste!

Paulo Abreu

sexta-feira, 24 de março de 2017

Odete, a diva do eplog de Brasília

Madrugada e meu indestrutível Nokia analógico dispara feito um coelho de corrida. Do outro lado da célula (alto lá, é célula mesmo, isto!!! - você não leu errado), voltando à cena - do outro lado da célula está Odete, a porta estandarte do Paranoá. Conta a lenda que em certo carnaval de estrelas e patentes por todos os lados, Odete saiu de dentro de um enorme urutu estilizado, somente com uma minúscula faixa tampa- tapa com a frase "amor só se for com ordem e progresso ascendente" como vestimenta. 

Quem viveu aqueles momentos de euforia relata que não teve voz de comando que contivesse a esfuziante musa estrelada e carnavalesca às margens resplandescentes do Paranoá. Ali se instaurou a primeira de uma série de luxúrias planaltinas.

Naquela noite em festa oficializou-se a suruba na alta corte, Se acabar o foro privilegiado ainda teremos o foro íntimo da Odete, gritou às gargalhadas uma autoridade regiamente constituída, já com as duas mãos sobre a moça.

É para todo mundo, Doutor, A Odete tem que ser para todo mundo, berrou um famoso e desagradável senador senil .

Suruba é suruba, brindou um sujeito de reconhecida farra alterosa. Aí  - é todo mundo na suruba, gente - alertou o ministro em chefe da casa civil dos homens de bem.

Não é uma suruba conturbada que vai deixar esmorecer esta dita dura, falou dando gargalhadas um nobre da Câmara Alta, de bigodes fartos.

Conta a lenda que naquele evento Odete deu de si tudo que tinha, que podia e que suportava para não desobedecer os comandos, comandantes e alguns selecionadíssimos comandados.

- Odete, minha musa, a que devo o privilégio de escutar sua voz na minha vida?

- Deve a honra, a moral e uma jornada inenarrável de euforia plena a dois para comigo, meu bem!

- Uau, Odete, Assim eu acabo acreditando. Mas o que levou você a lembrar de mim no meio da noite.

- Amore, primeiramente eu nunquinha te esqueço e tudo depois deste primeiramente é secundário. Mas vamos ao que nos interessa. Como sabe, sempre que te conto ou narro os fatos que surtam Brasília, eles vêm de fontes dignas, fidedignas e fidelíssimas.

- Claro, Odete, sei disto desde sempre.

- Então. Dia destes estava em requintada recepção a determinada pessoa neocon da nova alta corte do Reinado Vigente, quando escutei do meu affair,  um rico e endinheirado executivo odeteiano ...

- Odeteiano, Odete?

- Claro, ele me aperta feito delação premiada, me obriga para abrir a boca para tudo, suborna meus sentimentos, esconde as suas verdadeiras intenções, ameça executar todas as  minhas faturas no pregão, procura por falhas e buracos nas minhas delações, depois disto tudo atravessa na frente da Odetezinha prá lá e prá cá acenando um precatório enorme e, ai-ai , me leva a Paris, Cingapura, Londres e Paquetá, então, diante destes fatos, não existindo pontos abertos de contestação, ele é um executivo odeteiano, e pronto. Bateu ciuminho, meu bem?

- Não, nada não. Só queria entender, Pode prosseguir.

- Humm, ficou com ciuminho. Bobo. Bem, meu executivo odeteiano confessou que foi intimado coercitivamente a ter que falar tudo sobre tudo de todos e todas, numa inquisição que durou  por seis dias seguidos, para determinado senhor, e de repente foi liberado assim, do nada, nadinha, nadica.

- E daí, Odete? Acho que é normal.

- Normal, amore? Ele apresentou documentos reais que provam que deu 120 milhões para Fulano, 180 milhões para Ciclano, 125 milhões par Beltrano, outro recebeu 425 milhões, outro recebeu 150 milhões, e até que no final, já sem mais nada para falar, perguntaram sobre um recibo de certa empresa destas que levam as coisas de um lado para o outro, que estava no porta-luvas do seu carro. Ah, isto não é nada, foi referente a uma caixa de chocolate e umas rosas que enviei para uma pessoa aí, respondeu.

- Quem é esta pessoa? perguntou o inquisidor, dando um tapa na mesa

- Sinto muito, mas isto é intimo e pessoal, não diz respeito ao processo, respondeu o pobre rapaz.

- Pela última vez - quem é esta pessoa? Ou fala agora ou se cala para sempre na Casa Verde. (ameaçou o inquisidor)

- Casa Verde? Aquela do alienista?? (sacou logo o rapaz)

- Exatamente. (disse enfático o querelante)

-  Então eu conto. Esta pessoa é bela, ré cata...

- Dispensado.

- Mas eu ...

- Dispensado, eliminado dos autos, o senhor é um homem livre. Sai agora, vaza, corre, desapareça!

Caramba, Odete, ele mandou flores e chocolate para a ..

- Para mim, amore, para mim. Eu sou bela, ré catada, a diva do eplog de Brasília.

- Bela eu sei que você é, mas recatada e do lar?

- Amore, como você é ingênuo, Não é recatada - é ré catada - esta sou euzinha,  ele não disse que era do lar. Isto foi na imaginação do homem malvado lá e está na sua cabecinha doutrinada.

- Ufa, agora ficou claro, Mas este título de Diva do Eplog? Quem é este cara.

- Meu deusinho secreto do sétimo céu, que homem ciumento este. É que estou na turma do face de anti-golpe - eplog - contrário do golpe só o eplog, amore - fogo com fogo, olho por olho, dente por dente. 

- Nossa, Odete, você é tudo de bom!

- Só se você viesse me ter em Brasília, amore, vem, que que custa me ter em Brasília? Volta pra mim ...

- Nossa, Odete, você falando assim, desta maneira ... alô, alô ... droga teve golpe na linha ...

É isto aí!


Amanda Machado esteve aqui

Este Reino da Pitangueira recebe com um enorme carinho a poetisa, professora, escritora e gente fina da melhor supimpitude Amanda Machado, autora do blog Pareço louca?¹ 

Muito bom isto. Como uma coisa assim faz a gente ficar feliz!

Amanda, tudo de bom, sempre - pode entrar - a casa é verdadeiramente sua.

Um abraço

Paulo Abreu

Ricardo Lima esteve aqui

Como governante monocrático da Pitangueira, agradeço de uma forma feliz a presença do Ricardo Lima em nosso espaço virtual.

Seja sempre bem vindo, Ricardo Lima. Fique a vontade. Critique, comente, não fale nada, tome café, enfim, toma conta do seu pedaço neste reino.

Saudações,

Paulo Abreu

quinta-feira, 23 de março de 2017

Papo de esquina XXXV

- Resolvi não falar mais da política

- Mas isto é um ato político. E caso os atos políticos sejam percebidos como provocação, costumam  gerar ações repressoras ...

- Muita coragem da sua parte fazer ato político nestes tempos ...

- Meu Deus, a que ponto chegamos! Ser contra ou estar contra? O que melhor caracterizaria uma percepção adversa humanamente possível a isto tudo que está aí?

É isto aí!

quarta-feira, 22 de março de 2017

O analista da Pitangueira e a sedução de terceiro grau

- Olá, fique a vontade, escolha o lugar onde se sentir melhor e vamos conversar.

- Olha doutor, tem problema se eu ficar em pé, próximo à porta? Pode ser que chegue alguém.

- Se sentir que esta é a melhor opção, por mim tudo bem, mas se chegar alguém, tocará a campainha.

- Mas aí escutará a nossa conversa.

- Pouco provável. Esta porta e este ambiente não permitem passagem de som.

- Neste caso, pensando bem, vou sentar nesta cadeira do canto, que está na penumbra. Humm, posso deitar no divã?

- Claro ... certo ... agora, o que o trás aqui?

- É a Graça Flávia, doutor, ela é a razão de estar aqui.

- Ela é sua esposa?

- Não, que isto? Não, claro que não! Minha esposa é uma santa, doutor, Ela se chama Ana Débora, e eu a chamo de Dedé. Ela é uma anjo celestial, tímida, calada, bela, recatada e do lar.

E a Graça Flávia?

- Pois é!!! Ela é satanás puro, personificado num corpo de mulher.

- E qual a sua relação com esta moça?

- Sedução em terceiro grau. A mulher é altamente carbonária como um vulcão em erupção.

- Explique melhor o que vem a ser uma sedução de terceiro grau.

- Tal qual uma queimadura, numa sedução de terceiro grau ocorre destruição total de todas as camadas da consciência, da ética, da moral e os sentimentos ficam esbranquiçados, nublados, com as bordas da racionalidade e da moral escuras. A dor é mínima pois a mulher que detém este poder de sedução o faz com tamanha expertise, atingindo camadas tão profundas do cérebro, que só danifica as terminações nervosas dos limites e das percepções do que é certo e correto na vida.

- E o que é certo e correto na vida?

- Não sei mais. Não sei mais ...

- Comece pelo começo. Como ela entrou na sua vida.

- Bem. Isto tudo é confidencial?

- Sim, claro.

- Bem, ela é irmã da minha esposa.

- Sua cunhada, então!

- Isto. Eu não achava nenhuma graça nela. Afinal ela detestava livros, estudos, ciências, política, artes e música clássica; tinha um corpo grande e sem cuidados, era desagradável com as palavras, áspera com os pobres e necessitados. Tratava mal os subalternos, os humildes e as pessoas que considerava marginais à sua óptica mundana.

- Mas algo o despertou.

- Sim, havia algo nos seus olhos que me fascinara desde a primeira vez que se encontraram com os meus, quando ainda namorava com a sua irmã. Ela já era casada nesta época. Na realidade ela é dez anos mais velha do que eu.

- E como se deu o enlace?

- Fui sendo seduzido aos poucos, com a visão incandescente daquelas coxas que achava estarem sempre estrategicamente à mostra. Também sentia que lançava olhares longos aos meus olhos. Tinha a sensação de que seus abraços ficavam cada vez mais fortes e sobretudo  depois do advento de um beijo roubado.

- Pode detalhar melhor este beijo roubado?

- Bem, tecnicamente não foi um beijo e sequer foi roubado. Foi lépido, somente pelo toque dos lábios, numa despedida. Aquilo fez nascer em mim um movimento abrasivo.

- Sentimento abrasador por um toque de lábios?

- O senhor entendeu tudo errado. Não disse abrasador - eu falei que foi um movimento abrasivo, que originou a sedução de terceiro grau.

- Interessante. Prossiga.

- Então, cego de paixão e movido pela satiríase crescente, encontrei-a em determinado evento social, e excitado pelo nosso beijo, determinado pela sedução do seu decote, procurei uma oportunidade até certificar-me de que ficasse sozinha. Foi quando entrou no lavabo - cheguei furtivamente por trás, puxei-a bruscamente pelo braço, dei-lhe um beijo escandalosamente desejado.

- Sério isto? Você a beijou à força?

Sim e não. Ela também queria e logo correspondeu graciosamente, porém, subitamente, com imensa violência projetou um joelhaço ascendente com força até então desconhecida por mim, seguida por um tapa feroz, estalado e ardente - empurrou-me asperamente na parede oposta, atravessou o pequeno lavabo com um passo largo, travou meus testículos fortemente com a mão direita, enquanto me mordia com fúria no nariz, até sair lágrima dos meus olhos e dobrar os joelhos enquanto via sua boca com meu sangue a espraiar pelos seus lábios carnudos. Muito sensual!

- Sensual? O que mais poderia esperar? Você é casado com a irmã dela, o que esperava que acontecesse?

- Não sei exatamente o que esperava. Mas aí aconteceu o imponderável. Ela pegou minhas orelhas e cabelo, e subiu minha cabeça esfregando meu rosto em suas coxas, cortando o rosto no strass ...

- Strass? O que é isto?

- São aquelas pedrinhas brilhantes que as mulheres colam em tudo, unhas, roupa, sapatos, etc.

- Interessante. Pode prosseguir, desculpe a interrupção.

- Não tem problema. Neste ponto aconteceu uma coisa doida, sabe, uma maluquice. O vestido dela tinha uma abertura frontal, e meus lábios tocavam hora o veludo das suas coxas, hora a aspereza do strass e aquilo me deixava excitadíssimo.

- Excitadíssimo?

- Sim, mas a loucura não cessou aí. Ela continuou puxando meus cabelos e orelhas até chegar ao seu colo, onde manteve o movimento pendular a ponto de cortar meu rosto com um broche que sustentava o decote, que uma vez rompido deixou seus seios à mostra, por onde toquei os lábios, a língua e também deixei meu sangue como uma comunhão do nosso amor.

- Este amor ... depois falaremos mais sobre ele. Vamos nos ater ao drama.

- Só pontuando que aquilo não era um drama, era sexo puro, selvagem, único. Então ela trouxe minha boca à sua, beijou-me voluptuosamente e no ardor da loucura mordeu minha língua. Tornou a repetir o joelhaço e saiu enquanto eu sentia o sangue correr da boca.

É por esta mulher que você está apaixonado?

- Não tenho controle sobre meus sentimentos. Naquela hora, ali, prostrado e abatido, procurei a saída pela porta dos fundos da casa para não dar de cara com a cunhado que cruzara a sala procurando-a. Sai para não estremecer laços - pensei. Estava condenado pela louca paixão à esposa deste, que fizera de mim um escravo das suas vontades - permissiva e depravada. Enfim, aprisionara o homem que habita no meu outro lado da razão em suas secretas vontades narcísicas.

- E como explicou seus hematomas e escoriações à sua esposa?

- Humm, então - não expliquei, quer dizer, assenti a uma explicação da polícia a ela.

- Polícia? Quem chamou a polícia?

- Não lembro, deve ter sido o hospital.

- Você foi ao hospital? Como?

- Não sei. saí da casa em delírio luxuriante e ao chegar no carro ouvi um barulho, um estalo, sei lá, um baque. Acordei no hospital.

- E a cunhada? Como se deu o dia seguinte?

- Ela nem esperou o dia seguinte. Acordei no hospital com ela ao meu lado, com a mão segurando, afagando e apertando a minha mão, ainda meio sedado, meio enebriado e minha excitação ao vê-la foi tamanha que ela percebeu o processo, balançou a cabeça e deu um leve e malicioso sorriso.

- Quanto tempo tem isto?

- Dois meses, doze dias e 18 horas.

- E a sua volta á rotina, à esposa, como foi?

- Um tédio, doutor, um enorme, vazio e destruidor tédio ... espero ardentemente por outra oportunidade para tê-la a sós comigo ...

- Semana que vem, no mesmo horário, certo?

- Certo. Poderei trazer uma pessoa para participar da conversa, doutor?

- isto não é comum, mas quem seria esta pessoa?

- Mamãe. Ela vai me matar, esfolar, triturar e ferver meu corpo residual se não vier comigo ...

É isto aí!






segunda-feira, 20 de março de 2017

As Dores Do Mundo



Parece que o período de más condições astrais ficou para trás. Que fase, hem! Como sabem meus estimados amigos frequentadores deste reino, o período do inferno astral, quando o sol começa a caminhar pela última casa do nosso mapa astral, é um lugar que é difícil definir por si só.

Esse lugar representa o nosso inconsciente, uma energia confusa que nós não conseguimos entender bem e que acaba atraindo pessoas, situações e acontecimentos igualmente confusos – daí o aparecimento da má sorte ou mau humor deste período. É a fase em que ficamos doentes, sofremos algumas perdas e as situações confusas e indefinidas acabam por ficarem mais próximas.

Como disse na primeira frase - parece que acabou - ufa!


De volta à Pitangueira - que bom!


domingo, 19 de março de 2017

Eliza Faganello esteve aqui

Olá Eliza,

Seja bem vinda. A casa anda desarrumada, mas nem por isto pouco amada. Experimentei passos trôpegos nestes dias aí, mas que bom, esteja a vontade e à vontade de ficar aqui.

Muito bom - um abraço (olha, eu tenho que confessar a você que eu fiquei feliz).

Paulo

Chuck Berry - You Never Can Tell

sábado, 4 de março de 2017

E não nos cansemos de fazer bem


Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará.
Porque o que semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; mas o que semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna.
E não nos cansemos de fazer bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido.
Gálatas 6:7-9

Só há vida na vida
obedecendo a lei da vida.
Semeia a pena de morte?
Colherá sepulturas.
Semeia corrupção?
Colherá o abandono.
Semeia a ira?
Colherá o ódio.
Semeia a hipocrisia?
Colherá a solidão.
Semeia o cinismo?
Colherá a obscenidade.
Semeia ferimentos?
Colherá cicatrizes.
Semeia a cisão?
Colherá a dor.
Semeia a destruição?
Colherá destroços.
Semeia a rejeição?
Colherá o desprezo.
Semeia as trevas?
Colherá a morte eterna.

É isto aí!

sexta-feira, 3 de março de 2017

Feng Fu - o ponto da felicidade


A medicina tradicional chinesa descobriu um ponto do nosso corpo que quando é estimulado com um cubo de gelo promove um bem estar geral.

Este ponto chamado de Feng Fu, é um ponto de pressão que se situa atrás da cabeça, na base do crânio, na parte superior do pescoço.

O Método consiste na aplicação de gelo no ponto Feng Fu, o que faz com que o corpo volte ao seu equilíbrio fisiológico natural, fornecendo um forte impulso de vida rejuvenescendo todo o corpo. Deste modo, de acordo com os princípios da acupuntura, o chamado ponto de Feng Fu é estimulado pela ação do gelo, que passados 30 segundos e depois de uma sensação de frio inicial,  começa a espalhar o calor na parte afetada e irá agir em profundidade.

Não é necessário repetir este método todos os dias, duas ou três vezes por semana é mais do que suficiente, de preferência de manhã antes do pequeno-almoço ou à noite antes de ir para a cama.

Ponto Feng Fu

De acordo com a medicina tradicional chinesa o Método do Ponto Feng Fu não trata os problemas do organismo. Na verdade, este método, faz com que o corpo volte ao seu equilíbrio fisiológico natural – fornecendo um forte impulso de vida rejuvenescendo todo o corpo.

Aplicação de gelo no ponto Feng Fu

Técnica da aplicação de um cubo de gelo no ponto Feng Fu:

Escolha uma posição confortável de barriga para baixo.

Aplique um cubo de gelo, uma ou duas vezes por dia, durante 20 minutos.

Se lhe for mais conveniente, pode usar um pano ou um saquinho de plástico para envolver o cubo de gelo.

Ao fim de 30 segundos começará a sentir um leve calor neste ponto.

Nos primeiros dias há a possibilidade de uma leve sensação de euforia devido à libertação de endorfinas.

Ponto Feng Fu

Alterações que poderá sentir ao aplicar este método:

– Diminuição de dores de cabeça, dores de dentes e de articulações;

– Ajuda a regular problemas de tensão arterial (hipotensão e hipertensão);

– Melhoras no sistema digestivo;

– Melhoras do seu sono e humor;

– Alívio de infecções gastro-intestinais e doenças sexualmente transmissíveis;

– Alívio de perturbações neurológicas e distúrbios psico-emocionais: fadiga crônica, stress, depressões, insônias, etc;

– Inibição de alterações degenerativas da coluna vertebral;

– Melhoras de problemas respiratórios;

– Ajuda a inibir problemas ligados ao sistema cardiovascular;

– Eliminação de constipações frequentes;

– Estabilização de distúrbios provocados pela tiroide;

– Alívio de ataques de asma;

– Redução da celulite;

– Melhoras de problemas do trato gastro-intestinal,;

– Melhoras de desordens ligadas à obesidade e à má-nutrição;

– Alivio de desordens ligadas à frigidez, impotência e infertilidade;

– Melhoras de problemas menstruais.

Somos todos poetas (Murilo Mendes)

Assisto em mim a um desdobrar de planos.
as mãos vêem, os olhos ouvem, o cérebro se move,
A luz desce das origens através dos tempos
E caminha desde já
Na frente dos meus sucessores.
Companheiro,
Eu sou tu, sou membro do teu corpo e adubo da tua alma.
Sou todos e sou um,
Sou responsável pela lepra do leproso e pela órbita vazia do cego,
Pelos gritos isolados que não entraram no coro.
Sou responsável pelas auroras que não se levantam
E pela angústia que cresce dia a dia.

quinta-feira, 2 de março de 2017

Poesia plácida aos senhores da corja


http://mihawq.deviantart.com/art/The-corruption-of-man-354064532

Escolhendo os adjetivos ...

Ladrões
Canalhas
Patifes
Pervertidos ...

Pervertidos? Como assim?

Desculpe, expressei mal, segue:

Perversores

Ah! Agora sim!

Ladrões
Canalhas
Patifes
Perversores
Biltres

Boa, gostei disto - Biltres ...

Obrigado - acho que agora já dá para concluir, apesar desta merda nunca querer sair pelo esgoto:

Ladrões
Delinquentes
Opressores

Canalhas
Patifes
Perversores

Biltres
Bandidos
Traidores

São a nata
do lixo
da pátria

É isto aí!

quarta-feira, 1 de março de 2017

Brincadeira (Francisco Alvim)

Debaixo da mesa –

de porquinho –

um fuçando o outro

Arte De Angeli


*Francisco Soares Alvim Neto, ou simplesmente Chico Alvim (Araxá, 1938) é poeta e diplomata brasileiro. Iniciou sua carreira no exterior como secretário da representação do Brasil junto à Unesco, em Paris. Foi cônsul-geral do Brasil em Barcelona (1995-1999) e em Roterdã na Holanda (1999-2003).

sábado, 25 de fevereiro de 2017

O pequeno aprendiz

E vamos prosseguir com as leis da sedução pelo método Hai kai.

Nunca subestime/ uma mulher amada / com lingerie no freezer  - ensinou o mestre da arte de sedução ao jovem pupilo.

- Mas, mestre, como saber que ela tem lingerie na geladeira?

- Pequeno Hai-jin, isto é só uma expressão, concentre-se e você me diga o porquê dela necessitar de uma atitude deste porte.

É isto aí!

Cena I em compasso de espera

Cena I
Aninha sai da casa sorrindo, cantando, ouvindo os sons da manhã. Quero um zoom no rosto da moça, reduzindo gradativamente o som de fundo, e entrando 72 batidas por minuto, num compasso de três, sendo a primeira o prato e as outras duas uma batida seca, que deverão estar sincronizadas com os passos da personagem, que passará a olhar para os lados, a princ´pio desconfiada e por fim aflita, isto em 24 segundos.

Ok, gravando -

CENA I Take 1 Compasso de espera:

Corta, corta. Aninha, para de rebolar. Ande normalmente, entende? Volta lá e desce, sem som, e anda.

CENA I Take 2 Compasso de espera:

Corta, caramba, corta. Quem mandou dar um zoom na bunda da Aninha? Não quero a bunda dela em close, para com isto. É a face, entendeu? É a face. Vamos retomar.

CENA I Take 3 Compasso de espera:

Cadê a Aninha? Ca-dê-a-a-ni-nha? Abram este merda desta porta. O que? Emperrada? Cancela tudo. Vamos fazer a CENA 2, que é mais simples. Chama lá a moça, e vamos lá ...

Diretor ... oi ... diretor ...

- Fala, merda.

- A Aninha, ela ... ela ... ela parece que morreu.

- Contra-regra, ressuscita aquela doida que ainda temos 30 minutos de luz natural ...


É isto aí!

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Papo de Esquina XXXIV

- Tudo falsidade, pós verdade, mediocridade ...

- Até as fotos da moça são falsas.

- Sério? São falsas mesmo?

- Sim, até isto foi falsificado.

- Puxa vida, aí sim é muita sacanagem!

É isto aí!